#ESPIRíTODACOISA: A REDENÇÃO AS POCHETES

A volta triunfal da pochete após 500 anos de sua origem, mostra a efemeridade da moda e coloca em pauta a discussão de que o que é cafona hoje, pode ser sim a tendência de amanhã.



A pochete, conhecida nos séculos passados como bolsinha da cintura ou pockets, consagrou-se por sua funcionalidade e praticidade e teve seu auge nos anos 80 e 90. Contudo, a bichinha existe muito antes do Brasil e ao longo de sua história, recebeu inúmeras nomenclaturas e ganhou diferentes versões e enfeites.



Foi somente no século XII, que o item se tornou um acessório de moda e de status, já que começou a ser usada para guardar coisas de valor.



Na década de 80, a pochete era o hit do momento. Reinava em todos os lugares e ocasiões e sua simplicidade e versatilidade era tamanha que o item era totalmente democrático, sendo usado por homens e mulheres.



Sem explicação aparente, a pochete foi banida do mundo fashion e altamente criticada e julgada como brega. Opiniões diversas divagam sobre a possível influência dos materiais usadas na produção, que não atraiam, especialmente, as mulheres, por sua simplicidade e aspecto rústico.



Depois de muitas tentativas de recolocar a pochete no trend alert, por Emporio Armani, Hermés, Rachel Zoe...a pochete voltou como tendência do verão 2017, graças a Chanel, em sua última coleção.





Atualmente, a bolsa é chamada de belt-bag e sua nova versão surge com uma releitura mais sofisticada, com uma proposta mais jovial e glamurosa. A pochete agora é um acessório fashion e em muitos casos faz parte do look, inclusive, sua ausência pode prejudicar a composição das peças. Atualmente, a confecção e acabamento são de alta qualidade, dando um ar de riqueza a produção e, principalmente, mostra personalidade no se vestir.   



Quem encara essa tendência? 


  • 14/03/2017 - 16:53:17

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